Anteprojecto de Decreto-Lei para licenciamento de Desfibrilhadores automáticos!
O Ministério da saúde/INEM avançaram com a consulta pública até 10 de Janeiro de 2009 sobre anteprojecto de Decreto-Lei que visa regular o licenciamento e utilização do Desfibrilhador Automático Externo (DAE)
http://www.portaldasaude.pt/NR/rdonlyres/0D1B7ABF-E63C-4A06-B8E9-B82F651A4F11/0/ProjectoDL_DAE.pdf
Uma iniciativa louvável que perca por tardia, conhecidas as vantagens obvias da introdução e acesso precoce deste dispositivo capaz de salvar milhares de vidas. Nos EUA bombeiros, professores, polícias entre outros profissionais após um treino básico tornam-se capazes de executar este acto.
Aparentemente o facto de se tratar de um “acto médico” não constituiu um obstáculo, entretanto, o decreto-lei parece “excessivamente burocratizado” – exemplo artigo 16 (2 anos de licença? Tão pouco tempo? Para quê é que servem os relatórios trimestrais então? ) , artigo 23 (“envio de relatório por médico”). Afinal de contas o que se tem de aprender é a usar um dispositivo técnico…e não a proceder com manobras de reanimação – se bem que a desfibrilhação deva ser complementada por outras manobras de suporte básico de vida.
Este decreto foi escrito por médicos a pensar em médicos portantanto é mais uma versão medico-centralista da abordagem dos problemas,logo não há nenhuma novidade.
Atenção! Isto só é possível com os desfibrilhadores automáticos.
Com os desfibrilhadores manuais, a maioria dos médicos não sabe trabalhar, o que já causou várias mortes.
Hospitais Portugueses, quem desempenha lá funções é que mancha a imagem do hospital, ninguém contribui para obter bons resultados, pelo contrário parece que o que querem é mesmo denegrir a imagem dos hospitais, não ponderam realizarem-se profissionalmente, se corre mal alguma acção ocorrida pela tarefa de um funcionário hospitalar, dizem com ironia,è mais um…